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                     Sinusite

  Sinusite é a inflamação das mucosas dos seios da face, região do crânio formada por cavidades ósseas ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos, devido a infecção, trauma, exposição química ou alergias. Raramente ocorre sinusite sem renite, porém pode ocorrer a renite sozinha. A ocorrência de infecção crônica de rinite associada a sinusite deve ser classificada e tratada como Rinossinusite. Estudos apontam alta prevalência de infecção de rinossinusite, e esta requer um tratamento complexo e prolongado, principalmente na primeira e segunda décadas de vida.

A rinossinusite consiste na obstrução do seio paranasal, onde os microorganismos crescem e se desenvolvem dentro do seio, aumentando a reação inflamatória. Variações anatômicas do septo nasal e da cavidade nasal podem predispor a fatores de risco impedindo uma boa ventilação, o que piora ainda mais a condição da inflamação.
A rinossinusite é classificada de acordo com a frequência e duração, sendo dividida em subtipos, aguda (até 4 semanas), recorrente (onde já apresentou quatro episódios anteriores, sendo totalmente tratados), subaguda (persistindo por mais de 4 semanas até 12 semanas, diminuindo a intensidade) e a crônica (persistente por mais de 12 semanas)
Os sinais e sintomas são similares em todos os subtipos o que varia é o quadro clínico. Os sinais e sintomas são: rinorréia (corrimento de muco nasal excessivo), obstrução nasal significativa (nariz entupido), tosse seca (piorando a noite), cacosmia (alteração do olfato), alitose (mau hálito), hiposmia (irritação da mucosa nasal) e sangramento nasal (na fase crônica).
A duração e frequência das crises são importantes para definir um tratamento apropriado para a rinossinusite crônica. Estudos recentes recomendam o tratamento medicamentoso ou terapia alternativa. Em alguns casos quando o indivíduo encontra-se com a imunidade baixa ou o antibiótico não faz efeito, é recomendada a aspiração nasal por um profissional competente ou familiar orientado por um profissional competente.

 

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Recentemente (2011), estudos publicados propõem o uso de ultrassom terapêutico de baixa intensidade (utilizado por fisioterapeutas) aplicado na face, em pontos pré-determinados.
Os estudos realizados nesta área indicam que a aplicação contínua do ultrassom (a aplicação deve ser realizada por um profissional capacitado e com conhecimento no assunto) diminui a obstrução nasal, melhorou o fluxo de ar, e melhora a condição de pacientes com rinossinusite crônica. 


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